"Hoje, quase todos os glaciares de montanha do mundo estão a derreter-se e muitos deles rapidamente. Isto contém uma mensagem. "

"O ritmo antiquíssimo das estações da Terra (Primavera, Verão, Outono e Inverno) está também a mudar, porque algumas regiões do mundo estão a aquecer mais rapidamente que outras."

"Estamos a testemunhar uma colisão maciça e sem precedentes" entre a nossa civilização e a Terra."

Al Gore




segunda-feira, 10 de maio de 2010

Autocarro do futuro procura investidores


Hugh Frost acredita que já está na hora de mudar os tradicionais autocarros londrinos, conhecidos pelo visual atípico e simpático. Com isso, ele elaborou o conceito FreightBUS, que está a espera de investidores para se tornar realidade. O projeto consiste, basicamente, em produzir um meio de transporte mais confortável e, sobretudo, que respeite o meio ambiente. No entanto, o projeto não é para um futuro próximo, já que a cidade precisaria de mudanças nas vias e pontos para que o novo autocarro seja utilizado.
Até 150 pessoas podem viajar sentadas no FreightBUS, sendo 52 delas no segundo andar.

No papel, o modelo utiliza tecnologia avançada, como a adoção de um propulsor híbrido. Há um motor elétrico, movido a baterias de hidrogénio e outro movido a combustão. Trata-se de um 2.0 litros que pode ser abastecido com gasolina ou gás natural veicular, o GNV. No entanto, a Frost sonha em utilizar o modelo sem emissões de poluentes. Para isso, ele estuda a utilização de pequenos motores elétricos localizados em cada roda. Segundo o idealizador do projeto, isso seria 50% mais eficiente do que a utilização de apenas um motor

Aquecimento, alergias e doenças.


As mudanças climáticas terão efeitos indiscutíveis na saúde, como o aumento das alergias e doenças transmitidas por mosquitos, e o aumento de problemas intestinais ligados à falta de água, advertiram nesta sexta-feira (19) em Paris especialistas em clima e saúde.
"Em 2050, um em cada dois verões (hemisfério norte) se assemelhará à onda de calor de 2003", que na França causou a morte de milhares de pessoas, indicou o diretor da Agência Sanitária do Meio Ambiente e do Trabalho (AFSSET), Dominique Gombert.
Alguns poluentes –como as partículas finas–, também aumentarão, devido ao aquecimento global, acrescentou. "Serão mais precoces e permanecerão por mais tempo", explicou Gombert.

segunda-feira, 3 de maio de 2010


O emprego de vigas híbridas, feitas com lâminas de madeira coladas, concreto e reforço opcional de fibra de vidro, pode aumentar a segurança das construções, pois elas são mais resistentes que as vigas convencionais, feitas só com madeira ou concreto. Pensando em incentivar o uso desse material no país e torná-lo ecologicamente correto, um pesquisador desenvolveu vigas híbridas feitas com madeira extraída de florestas certificadas.

As vigas são estruturas colocadas horizontalmente para sustentar o peso das construções. Por serem mais resistentes que as vigas compostas somente por um material, as híbridas permitem aumentar o espaço entre os pontos de apoio da construção. O pesquisador acrescenta que, apesar de serem mais indicadas para construções de médio e grande porte, as vigas híbridas podem ser usadas também em pequenas edificações.

Carbono Zero


CarbonoZero® é um produto e uma marca Portuguesa, propriedade da E.Value, S.A. e desenvolvida por entidades nacionais com reconhecida competência nas áreas da economia do carbono, comunicação e gestão florestal.
O conceito CarbonoZero parte da quantificação de emissões de gases com efeito de estufa, expressas em dióxido de carbono equivalente (CO2e), associadas às actividades de indivíduos e empresas, e permite a respectiva compensação através do co-financiamento de projectos que sequestram (floresta) ou evitam (tecnologia) emissões em quantidade equivalente.CarbonoZero® é objecto de um processo de verificação externa independente, realizado pela Deloitte.

EDP recebe “luz verde” para barragem do Alvito


A EDP recebeu uma Declaração de Impacte Ambiental (DIA) favorável condicionada para o empreendimento hidroeléctrico do Alvito. A autorização, emitida pelo Ministério do Ambiente, permite avançar com o projecto cujo investimento deverá rondar os 360 milhões de euros e criar 1.000 empregos directos e 3.000 indirectos.Prevê-se que a barragem do Alvito entre em funcionamento em 2016, devendo a construção iniciar-se em 2011. Até lá, a EDP vai proceder à elaboração do projecto e das propostas de concretização das medidas de minimização e compensação exigidas pela DIA. Do conjunto de medidas, fazem parte, entre outras, o restabelecimento de vias de comunicação afectadas, a execução de programas de monitorização ambientais e sócio-económicos. Destaque ainda para acções de preservação e valorização da paisagem cultural e patrimonial.